No próximo dia 10 de fevereiro, quinta-feira, a partir das 8h30 às 12h30, acontece nos municípios de Cândido Mota, Florínea e Cruzália, visita técnica aos experimentos de milho.
O evento é promovido e organizado pelo IAC, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios - APTA Médio Paranapanema, CATI e empresas parceiras.
A visita tem início na área experimental da COOPERMOTA, em Cândido Mota-SP, e tem como objetivo a avaliação de cultivares de milho convencional e Transgênico Bt.
Mais informações:
18-3321-2026
18-3321-1663
19-3202-1754
19-9700-1606
APTA Médio Paranapanema
Rodovia SP 333 (Assis-Marilia), Km 397 - Assis-SP
www.apta.sp.gov.br
Missão: "Promover o desenvolvimento rural sustentável, por meio de ações participativas,projetos e programas, com envolvimento da comunidade, parcerias com outras instituições e os demais segmentos do agronegócio"
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Declaração de Dispensa de Licenciamento Ambiental
Nesta terça-feira, 08 de fevereiro, técnicos das Casas da Agricultura dos municípios de Águas de Santa Bárbara, Arandu, Avaré, Barão de Antonina, Cerqueira César, Coronel Macedo, Iaras, Itaporanga, Itaí, Manduri e Taquarituba, participaram de capacitação na emissão da Declaração de Dispensa de Licenciamento Ambiental.
Segundo Eliseu Aires de Melo, diretor da CATI Regional Avaré, a medida visa melhorar e agilizar o atendimento ao produtor rural nas Casas da Agricultura, de acordo as premissas estabelecidas na Resolução Conjunta entre a Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) e a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA).
Palestraram o auxiliar administrativo Elton Correa, o engenheiro agrônomo André Gonçalves e o próprio diretor da CATI Regional Avaré. Durante a reunião os técnicos puderam esclarecer dúvidas quanto a emissão da Declaração de Dispensa de Licenciamento Ambiental, de acordo com a legislação em vigor.
Segundo Eliseu Aires de Melo, diretor da CATI Regional Avaré, a medida visa melhorar e agilizar o atendimento ao produtor rural nas Casas da Agricultura, de acordo as premissas estabelecidas na Resolução Conjunta entre a Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) e a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA).
Palestraram o auxiliar administrativo Elton Correa, o engenheiro agrônomo André Gonçalves e o próprio diretor da CATI Regional Avaré. Durante a reunião os técnicos puderam esclarecer dúvidas quanto a emissão da Declaração de Dispensa de Licenciamento Ambiental, de acordo com a legislação em vigor.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Reunião Técnica sobre Arroz em Paranapanema

Objetivo é demonstrar resultados de ensaios a campo com diversas cultivares sob pivô central
Nesta quarta-feira, 2, a partir das 14h00, acontece importante Reunião Técnica sobre Arroz. O evento é promovido e organizado pelo Núcleo de Produção de Sementes de Avaré(NPS), do Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes (DSMM)da CATI Regional Avaré,órgão ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA).
Segundo o engenheiro agrônomo Vilson De Vechi, diretor do NPS Avaré, a reunião é aberta aos agricultores, estudantes de ciências agrárias, técnicos da rede pública e particular de assistência técnica e extensão rural, empresas do setor rizícola, profissionais da cadeia produtiva do arroz e interessados no assunto.
A reunião será realizada na Fazenda Taquari, Km 241, da Rodovia Raposo Tavares, em Paranapanema-SP. A propriedade pertence ao rizicultor Geert Van Den Broek, tradicional agricultor parceiro da CATI na produção de sementes certificadas.
ARROZ DE TERRAS ALTAS - De Vechi explica a reunião vai tratar de cultivares de arroz para terras altas sob pivô central e avaliar 24 materiais de todo o Brasil que são objetos de estudo e ensaios-de-campo da CATI.
"São excelentes materiais com potencial para produção sob pivô central (irrigado)em nossa região. Estamos avaliando o comportamento das cultivares nos ensaios conduzidos pela CATI na região de Avaré, levando-se em consideração as condições edafoclimáticas da nossa microrregião. A avaliação também contempla as características industriais destas cultivares, ou seja, a avaliação do grão para o mercado consumidor", diz Vilson De Vechi.
De acordo De Vechi e o engenheiro agrônomo Rubens K. Yamanaka, responsável pelos ensaios, os primeiros resultados obtidos são animadores e servem de base para orientação aos rizicultores regionais e para a indústria brasileira. Segundo os técnicos, na região de Avaré há 50 hectares destinados a reprodução de sementes certificadas por agricultores parceiros e 300 hectares de arroz para atender a indústria, em lavouras comerciais.
SERVIÇO:
Reunião Técnica sobre Arroz
Local: Fazenda Taquari, Km 241 da Rodovia Raposo Tavares - Estância Turística de Paranapanema - SP - Próximo a entrada da Subestação de Energia Elétrica da CERIPA
Data: 02-02-2011
Hora: 14h00
Entrada franca
Mais informações:
SAA-NPS Avaré-DSMM-CATI Regional Avaré
Telefone: 14-3733-1952
E-mail: nps.avare@cati.sp.gov.br
Texto: Fernando Franco
Foto: Rubens Yamanaka
Legenda: Cultivar de arroz IAC 202 na fase de maturação
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DSMM/CATI
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
ATER Indígena é tema de curso da CATI



De 14 a 16 de dezembro, a CATI realizou o II Módulo de Formação em ATER Indígena. O curso aconteceu em Mongaguá, litoral paulista, na sede da FETICOM. Participaram aproximadamente 40 técnicos da instituição das Regionais onde há alguma etnia aldeada.
Ministraram as palestras o cientista social Roberto Donato da Silva Júnior doutorando UNICAMP), a antropóloga Malu Brant (FUNAI), o biólogo Júlio Moraes (UFSCAR)e o engenheiro agrônomo Abelardo Gonçalves (Divisão de Extensão Rural - DEXTRU-CATI), que abordou as estratégias para ATER Indígena no âmbito do Programa Estadual de Microbacias Hidrográficas II - Acesso ao Mercado.
Durante o curso os técnicos aprofundaram conhecimentos e conceitos de antropologia e agroecologia, tendo o diálogo entre as diferentes áreas do conhecimento e o trânsito entre teoria e prática, como base para uma abordagem holística das comunidades indígenas e o desenvolvimento sustentável da agricultura junto as diversas etnias existentes no território paulista, entre elas, os Guaranis, Kaingang, Terena, Krenak e outras quatro etnias originárias do Nordeste do Brasil e não aldeadas.
Os participantes também puderam trocar experiências e impressões sobre o trabalho já realizado ou em andamento em diversas aldeias e conhecer um pouco dos principais troncos linguísticos (Tupy, Gê, Karib, Aruak e Macro-Gê), sistema de produção indígena e organização social das etnias localizadas em São Paulo, no Litoral Norte, Baixada Santista, Vale do Ribeira, Oeste e Sudoeste Paulista.
Fonte e fotos: Fernando Franco - CATI Regional Avaré
Legendas:
Abelardo, da DEXTRU-CATI
Grupo de ATER Indigena da CATI
Antropóloga Malu Brant, da FUNAI
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Turismo Rural na Microbacia dos Rochas
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Evento aconteceu na Microbacia dos Rochas como parte do Curso de Turismo Rural
Nesta quinta-feira, 4, pequenos agricultores da Microbacia Hidrográfica do Bairro dos Rochas realizaram o 1º Festival de Resgate Gastronômico. O evento foi realizado na Paróquia do Bairro e fez parte do nono módulo do Curso de Turismo Rural promovido pelo Sindicato Rural de Avaré (SRA), com apoio do SENAR-SP e Prefeitura de Avaré.
Além dos produtores rurais, participaram do evento o prefeito Rogelio Barchetti, Pedro Lucchesi (secretário municipal de Agricultura), funcionários do SRA e da Secretaria Municipal da Agricultura (SMA), Aparecido “Gato” Fernandes (secretário de Obras), engenheiro agrônomo Rui Ferreira (chefe da Casa da Agricultura de Avaré), Fernando Franco e Pedro Guazzelli, gestores de agronegócio da Prefeitura de Avaré, a primeira-dama Maria Silvia, Rosmary Fogaça (presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural - CMDR-Avaré), Padre Carlos e Valdomiro Flávio Garcia presidente da Associação dos Produtores Rurais da Microbacia Hidrográfica do Pinhal).
Segundo Covolan, instrutor do SENAR-SP, o Festival Gastronômico tem como objetivo resgatar a culinária desenvolvida no Bairro dos Rochas como fator histórico-cultural ligado ao potencial turístico da região. Além das comidas típicas feitas com alimentos sem agrotóxicos (saladas, frango caipira ao molho, leitoa assada, arroz, feijão, macarrão, doce de mamão, abóbora, figo, abacaxi e melancia), também houve uma pequena exposição rural, com objetos que contam a história e os costumes do Bairro, que é muito conhecido pela produção de hortifrutigranjeiros.
O prefeito Rogelio Barchetti disse que, apesar das dificuldades, a Prefeitura de Avaré procura sempre atender todos os pedidos dos produtores rurais e reafirmou a intenção de resolver em breve a manutenção das estradas rurais dos Rochas, Água da Onça e Três Coqueiros, melhorando o escoamento das safras e a locomoção dos moradores daquela região.
Pedro Luchessi, que é o atual presidente do Sindicato Rural de Avaré (SRA), lembrou que o SENAR-SP é um grande parceiro e que mais de 100 cursos já foram realizados através do Sindicato, com apoio da Prefeitura. Lucchesi apontou que em breve a Secretaria Municipal de Agricultura vai incrementar a Patrulha Agrícola de Avaré com novos tratores traçados e implementos visando à melhoria das estradas rurais, maior reivindicação dos produtores rurais.
Para Rui Ferreira, chefe da Casa da Agricultura de Avaré, a zona rural avareense tem um enorme potencial para desenvolver o turismo rural sustentado, com a agregação de valor ao que é produzido pelos agricultores, respeito ao meio ambiente e com o aproveitamento racional dos recursos naturais. “Temos que nos organizar para que isso aconteça de forma ordenada, por isso, capacitações como esta do SENAR-SP com apoio da Prefeitura e da CATI Regional Avaré são fundamentais”, disse.
Texto e fotos: Fernando Franco – CMDR Avaré
sábado, 30 de outubro de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
LEGISLAÇÃO PERÍODO ELEITORAL

"Por conta da legislação eleitoral, a partir do dia 3/7 e até o fim dos pleitos esse perfil não será atualizado"
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quinta-feira, 1 de julho de 2010
Piscicultura será tema de curso e livro da CATI
Parceria com a APTA objetiva capacitar técnicos das 594 Casas da Agricultura em todo Estado de São Paulo
Seguindo a política de integração entre a CATI e os institutos de pesquisa e demais órgãos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), o diretor do Departamento de Comunicação e Treinamento (DCT/CATI), Ypujucan Caramuru Pinto, esteve reunido recentemente com o pesquisador científico Luiz Marques da Silva Ayroza, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios do Médio Paranapanema (APTA-MP) para tratar do planejamento e viabilidade de um curso de capacitação para os técnicos da CATI e a organização, edição e publicação de um Impresso Especial sobre Piscicultura.
Segundo Ypujucan, a meta do projeto é reunir os principais pesquisadores do setor de piscicultura e aqüicultura no Estado de São Paulo com a Comissão de Piscicultura da CATI, coordenada pela engenheira agrônoma Sônia Tinoco, para a definição de conteúdo programático em módulos abordando todos os aspectos da criação de peixes em sistema de tanques-rede e viveiros escavados. “Essa integração entre os diversos órgãos da SAA é uma política do secretário João Sampaio apoiada pelo coordenador da CATI, engenheiro agrônomo José Luiz Fontes, que vêem nesta ação uma oportunidade de fortalecimento da piscicultura e mesmo da aqüicultura no Estado de São Paulo”, explica Ypujucan.
Também participaram da reunião em Assis/SP a jornalista Graça D’Áuria, do Centro de Comunicação Rural (CECOR/CATI), a engenheira agrônoma Carla De Meo (DCT/CATI), Ricardo Augusto Dias Kanthack, diretor da APTA - Médio Paranapanema e Fernando Franco, gestor de agronegócio da Casa da Agricultura de Avaré, que agendou o encontro entre Ypujucan e Ayroza e no ato representou o diretor da CATI Regional Avaré, Eliseu Aires de Melo
Durante a reunião ficou definido que a capacitação dos produtores rurais, piscicultores artesanais e aqüicultores familiares será feita na segunda fase do projeto, que prevê a difusão das tecnologias e dos conhecimentos existentes no setor, bem como da expansão da assistência técnica e extensão aqüícola no Estado de São Paulo. “Estamos estudando a possibilidade de criar o CATI Peixe nos moldes do CATI Leite e do Arroz Paulista com Qualidade, que são ações governamentais da SAA que apresentam excelentes resultados entre os produtores rurais paulistas”, ressalta Ypujucan.
Para o diretor Ricardo Kantach e o pesquisador Luiz Ayroza, a parceria com a CATI na piscicultura vai possibilitar a ação conjunta em novos projetos como o desenvolvimento da cana-de-açúcar para agricultura familiar, ovinocultura, grãos e mandioca e o lançamento de novas publicações apontando os principais avanços das pesquisas nestes setores.
Fernando Franco destaca que a parceira da CATI com o APTA é essencial para a cadeia produtiva do pescado paulista, pois o Estado de São Paulo é um dos principais produtores do País, tem demanda reprimida e bom número de técnicos especializados. “Temos mais de um milhão de áreas alagadas, principalmente, por reservatórios de usinas hidrelétricas que podem ser utilizados para a produção de peixes em tanques-rede, como é o caso das represas existentes ao longo do rio Paranapanema”, esclarece Franco.
A jornalista Graça D’Áuria destaca a qualidade técnica e gráfica das publicações da CATI e os preços são acessíveis. Graça revela que o livro sobre piscicultura será uma obra de referência para técnicos, produtores, estudantes e público interessado no setor. A agrônoma Carla De Meo salienta que a CATI também deve preparar em breve uma publicação especial sobre o tema Integração Lavoura e Pecuária, assunto recorrente nas Casas da Agricultura de todo Estado de São Paulo.
Texto e foto: CATI Regional Avaré
Legendas:
Carla, Ayroza, Ypujucan e Graça: parceria entre CATI e APTA será fundamental para o agronegócio paulista
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sexta-feira, 25 de junho de 2010
CURSO CONTROLE DE VERMINOSE EM RUMINANTES

No próximo dia 03 de julho, sábado, a partir das 8h00, o Consórcio de Desenvolvimento do Vale do Paranapanema - CDVALE promove o IV Curso de Controle de Verminose em Pequenos Ruminantes. As vagas são limitadas e na inscrição estão inclusos os materiais para aulas práticas e teóricas.
O curso será ministrado pela pesquisadora científica Cecília José Veríssimo e acontece na sede da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios do Médio Paranapanema - APTA MP, na Rodovia SP 333 Km 397 - Assis/SP, com patrocínio da Ouro Fino Agronegócio, COOPERMOTA, Sebrae/SP, Cooperativa Agrícola de Paraguaçu Paulista e apoio do Instituto de Zootecnia, Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA)e Governo de São Paulo.
Na programação temas como o desenvolvimento da ovinocultura no Médio Paranapanema, problema da resistência anti-helmíntica, ciclo e principais vermes dos ovinos, outros parasitos de importância na ovinocultura, manejo, genética e alimentação no controle da verminose, anti-helmínticos, interpretação do exame de fezes, quando usar o vermífugo no rebanho, alternativas ao uso de anti-helmínticos, método Famacha de avaliação da mucosa ocular, avaliação da condição corporal, dentição e colheita das fezes para o exame.
A ovinocultura é uma das atividades que mais cresce no Estado de São Paulo, principalmente, entre os pequenos produtores rurais devido a possibilidade do melhor aproveitamento das áreas não agricultáveis, mercado aquecido e aumento do consumo da carne que está ficando cada vez mais popular entre os brasileiros.
No entanto, a cadeia produtiva de ovinos no Estado de São Paulo ainda apresenta gargalos que, aos poucos, estão sendo superados pela parceria entre frigoríficos, ovinocultores, empresas do setor de insumos, ensino, pesquisa e extensão dos órgãos públicos e universidades.
Inscrição e mais informações:
cdvale@femanet.com.br
Telefones (18) 3321-1663 e 3321-2026
Texto: Fernando Franco
Foto: Marcelo Andrade
Legenda: Ovino Texel da "Cabanha La Huella", Paranapanema/SP
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sexta-feira, 18 de junho de 2010
Curso Implantação e Manejo de Pastagens



No final do mê de maio, a CATI Regional Avaré promoveu o Curso de Implantação e Manejo de Pastagens. O evento foi direcionado para os técnicos das doze Casas da Agricultura da área de abrangência da Regional.
O curso foi ministrado pelo engenheiro agrônomo da Casa da Agricultura de Tremembé, da CATI Regional Pindamonhangaba, Ricardo Manfredini H. Requejo, que abordou os seguintes temas: conceitos, técnicas de manejo intensivo, divisão das pastagens e implantação pelo método de Plantio Direto (PD).
A prática do curso foi realizada no Rancho Matão, na Estância Turística de Avaré, do produtor rural Hélio Felisbino,que integra o Projeto CATI Leite em Avaré. Paulo Renato Tamassia Pégolo, assistente agropecuário da CATI Regional Avaré, avaliou positivamente o curso. Para ele, a técnica é fundamental para áreas com alta declividade, pois diminui a ocorrência de erosões, uma vez que dispensa a gradagem do solo.
Durante o curso, Ricardo Manfredini destacou a importância da correta implantação e manejo das pastagens em projetos de pecuária leiteira, visto que a alimentação do rebanho representa 50% do custo de produção do leite e a produção de volumosos (forragens) via pastagens é a forma mais econômica e viável para o pequeno produtor de leite.
Texto: Fernando Franco/CATI Regional Avaré
Fotos: Paulo Tamassia
Legendas:
Foto 1: Ricardo Manfredini fala aos técnicos da CATI durante aula prática
Foto 2: Helio Felisbino conversa com Ricardo Manfredini
Foto 3: Marcus Vinicius, da Casa da Agricultura de Itaí/SP, faz adubação em piquete
DIA DE CAMPO SOBRE LEITE EM CERQUEIRA CÉSAR
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Recentemente o Projeto CATI Leite, desenvolvido pela CATI Regional Avaré, juntamente com a agrônoma Karina Midori, da Casa da Agricultura de Iaras, realizou uma palestra de divulgação do Projeto CATI Leite, que culminou no Dia de Campo sobre pecuária leiteira com a participação de 19 produtores rurais assentados no município de Iaras.
O evento aconteceu no município de Cerqueira César/SP e abordou todo o planejamento de uma propriedade leiteira, ressaltando os aspectos nutricionais, sanitários e de manejo do rebanho. O assistente agropecuário Paulo Tamassia Pégolo salientou também a necessidade de se produzir com baixo custo. "Participar do Projeto CATI Leite é uma forma de se produzir com maior eficiência, diminuindo-se o custo e aumentando a produtividade, não se esquecendo, logicamente, da qualidade, importante item para se conseguir melhor preço", explicou o técnico.
O médico veterinário Anthero Pedro Ribeiro, chefe da Chefe da Casa da Agricultura de Cerqueira César, destacou as ações já realizadas no Sítio São Pedro, do produtor rural Carlos Eduardo Drumond, que serviu como modelo para o Dia de Campo.
Texto: Fernando Franco
Foto: Paulo Tamassia
Legenda:
Foto 1 - Anthero fala aos produtores rurais durante o Dia de Campo
Foto 2 - Grupo de produtores que participaram do evento
quarta-feira, 9 de junho de 2010
PESQUISADOR LANÇA PLANILHA DE CUSTO PARA PRODUÇÃO DE PEIXES EM TANQUES-REDE

O agronegócio da piscicultura em tanque-rede ganha mais um reforço com a recente publicação organizada pelo doutor Luiz Marques da Silva Ayroza, zootecnista pesquisador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios - APTA Médio Paranapanema, com sede em Assis/SP.
Juntamente com Jorge de Matos Casaca e Maria Inez Espagnoli Geraldo Martins e apoio da FUNDAG e da Guabi Rações, Ayroza desenvolveu o livro "Planilhas para Cálculo do Custo de Produção de Peixes em Tanques-rede".
A obra tem por objetivo munir os profissionais e produtores da área de piscicultura, de um instrumento simples e prático para análises técnicas e econômicas que envolvem a criação de peixes em tanques-rede.
Para isto, foi elaborado um programa que serve para analisar projetos novos e em andamento, quanto a sua rentabilidade. O programa é um arquivo denominado "Custo de Produção de Peixes em Tanques-rede", desenvolvido com a planilha eletrônica Excel e apresenta 13 pastas distintas para entrada de dados e execução dos cálculos, sendo: Introdução, Informações da propriedade, Investimentos nos tanques-rede, Investimento na estrutura de fixação, Investimento em equipamentos e acessórios, Outros investimentos, Resumo dos investimentos, Cálculo do custo de produção, Cálculo da receita bruta, Resumos das receitas e custos, Indicadores técnicos e econômicos, Observações e Anexos.
A publicação tem custo simbólico de R$ 40 e além do CD com o programa, o aquicultor conta com um manual completo que traz orientações para o correto preenchimento da planilha.
Mais informações:
ayroza@apta.sp.gov.br
rafael@fundag.br
fundag@fundag.br
19_3233-8035
Fonte e foto: Ayroza/APTA Médio Paranapanema
quarta-feira, 2 de junho de 2010
CATI faz workshop de arroz em Avaré
Evento contará com debates e apresentação de novas variedades de sementes de arroz produzidas pela CATI
No próximo dia 08 de junho de 2010, terça-feira, a CATI realizada na sede do Núcleo de Produção de Sementes de Avaré – NPS/CATI/DSMM/SAA, o Workshop Arroz Paulista com Qualidade – Ação Governamental.
A organização do evento informa que o tema central é a avaliação dos resultados e as novas perspectivas de negócios. O programa é desenvolvido pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo/SAA através da CATI e de seu Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes – DSMM.
Segundo o engenheiro agrônomo Armando Azevedo Portas, diretor do DSMM, o “Programa Arroz Paulista com Qualidade” tem o objetivo de melhorar a comercialização do produto, com a utilização de sementes de alta qualidade genética, fisiológica e sanitária. Portas explica que as indústrias compram as sementes da CATI/DSMM e repassam para os rizicultores que podem pagar à indústria depois da colheita com o próprio produto.
Armando Portas esclarece que o DSMM desenvolve e utiliza tecnologias de última geração para oferecer ao produtor rural sementes e mudas com garantia e certificadas. Para Vilson de Vecchi, diretor do NPS Avaré, o workshop é uma boa oportunidade para o rizicultor paulista conhecer o programa e o todo o trabalho da CATI neste setor e trocar informações com outros produtores e técnicos.
Programação
8h00 – Inscrições
9h00 – Abertura com José Luiz Fontes – Coordenador da CATI/SAA
9h15 – Arroz Paulista com Qualidade – Edegar Petisco – DSMM/CATI/SAA
9h45 – Classificação do Arroz para a indústria – Lázaro Moreto – diretor da Broto Legal
10h30 – Intervalo
11h00 – Grupo de Trabalho – Debate – Rizicultores – DSMM – Indústria e convidados: apresentação de resultados, novas variedades de sementes de arroz, pontos críticos da cadeia e sinergia da parceria
12h30 – Almoço
14h00 – Grupo de Trabalho – Rizicultores – DSMM – Indústria: síntese e apresentação de propostas para o aprimoramento da ação governamental – definição de responsabilidades e participações.
16h00 – Encerramento – Armando Azevedo Portas – diretor do DSMM/CATI/SAA
16h30 – Confraternização e troca de experiências
Mais informações:
DSMM/CATI/NPS Avaré
Rua Anápolis, 901, Parque Jurumirim – Avaré/SP
Telefones: 14_3733-1952/1962
E-mail: nps.avare@cati.sp.gov.br
Texto e foto: CATI Regional Avaré
Legenda:
Servidora da CATI faz a classificação das sementes de arroz em Avaré
sexta-feira, 28 de maio de 2010
PARQUE AQUÍCOLA DE JURUMIRIM
O Ministério da Pesca e Aquicultura - MPA, através do Grupo Integrado de Aquicultura e Estudos Ambientais - GIA, de Aracaju/SE, deu início aos estudos para a implantação dos Parques nos reservatórios do rio Paranapanema.
O trabalho começa pela represa da UHE Jurumirim e vai abranger os reservatórios das UHEs Piraju, Chavantes, Salto Grande, Canoas I e II, Capivara, Taquaruçu e Rosana, totalizando aproximadamente 1.790 Km2.
Na quinta-feira, 27, na sede da Associação Defensores da Represa de Jurumirim - ADERJ, em Avaré, o biólogo Dennis Saridakis e o formando em zootecnia Ayrton Pacheco, ambos técnicos do GIA e ligados à Universidade Federal do Paraná - UFPR, fizeram uma explanação do projeto de demarcação dos parques aquícolas e a metodologia a ser usada pela equipe no levantamento dos dados.
Participaram da reunião membros da ADERJ, representantes da CATI Regional Avaré e da COOMAPEIXE e da MAPFlora. Recentemente, na Câmara de Vereadores de Taquarituba, durante assembléia do CONSAD Sudoeste Paulista, os técnicos do GIA e do MPA apresentaram o projeto para piscicultores artesanais, aquicultores, cooperativas, técnicos da CATI e representantes de prefeituras e órgãos públicos.
Segundo o biólogo Dennis Saridakis, nesta etapa a intenção é realizar um amplo e completo levantamento preliminar como aspectos da localização, Unidades de Conservação -UCs, bacias hidrográficas, legislação, fomentos à aquicultura,tráfego aquaviário, uso e ocupação do solo, infra-estrutura regional, qualidade da água, influência antrópicas, vegetação, hidrologia, usos dos recursos hídricos, etc. "Por isso é importante a participação dos diversos atores sociais, com sua base de dados. Só assim poderemos apresentar um estudo que beneficie a todos", explica Saridakis.
Ayrton Pacheco ressaltou que todas informações coletadas serão trabalhadas e estruturadas em um sistema de informações geográficas que vai gerar mapas, gráficos, estatísticas e dados que vão permitir ao MPA a identificação, delimitação e o zoneamento de áreas aquicolas propicias para o cultivo de espécies aquática ao longo da bacia do rio Paranapanema nos Estados de São Paulo e Paraná. "Além disso, estes estudos vão permitir um ordenamento e subsidios ao MPA para a gestão ideal dos projetos de aquicultura na região", aponta Ayrton.
Para o biólogo Fernando Franco, presidente da COOMAPEIXE - Cooperativa dos Piscicultores do Médio e Alto Paranapanema, a demarcação dos parques aquícolas na bacia do Paranapanema está sendo possível graças ao empenho do ministro Altemir Gregolin, do MPA e da luta dos aquicultores, pescadores artesanais e pequenos piscicultores. "Entendo que após a demarcação dos parques aquícolas o MPA deveria fazer uma grande parceria com a Secretaria da Agricultura e Abastecimenteo de São Paulo, através do Instituto de Pesca e da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios - APTA, para capacitação e treinamento dos técnicos da CATI e, posteriormente, dos pequenos produtores rurais e agricultores familiares interessados em investir neste importante agronegócio", sugere Franco.
O veterinário Paulo Tamassia, assistente agropecuário da CATI Regional Avaré, aponta o grande potencial da represa de Jurumirim para a produção de peixes em tanque-rede e destaca que a capacitação dos técnicos das Casas da Agricultura dos municípios banhados pela represa é fundamental para que os produtores tenham suporte de qualidade na assistência técnica e extensão rural.
O engenheiro agrônomo Roberto Leitão, da Casa da Agricultura de Arandu, destacou o potencial do município no setor e informou que a associação de agricultores familiares AgroFaria, do bairro Ribeirão Preto, deve implantar aproximadamente 200 tanques-rede para a produção de tilápias, gerando renda e trabalho naquela região.
Mais informações:
www.forumtanquerede.com.br
Fonte: CATI Regional Avaré
Legendas:
Dennis Saridakis durante apresentação do projeto na ADERJ
Participantes da reunião em Avaré/SP
quinta-feira, 27 de maio de 2010
CATI NA AGRIFAM 2010
Recentemente, com a participação de diversas instituições parceiras, patrocinadores, lideranças regionais, expositores, representantes do governo federal e estadual, agricultores, técnicos, sindicalistas, imprensa e convidados, ocorreu em Agudos/SP, o lançamento oficial da AGRIFAM 2010.
A estimativa da FETAESP, organizadora do evento, é que mais de 35 mil pessoas visitem a feira e conheçam os 200 estandes dos expositores. Segundo Braz Albertini, presidente da FETAESP, a AGRIFAM 2010 deve gerar aproximadamente 18 milhões de reais em negócios da agricultura familiar.
Representando o secretário de Agricultura de São Paulo, João Sampaio, o coordenador da CATI, engenheiro agrônomo José Luiz Fontes relatou que é claro o crescimento da AGRIFAM como vitrine do agronegócio familiar e parabenizou Braz Albertini e a direção da FETAESP pela realização do evento.
Fontes afirmou que a Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo - SAA vai apoiar a realização da AGRIFAM 2010 com muito mais empenho que nas edições anteriores e lembrou que a SAA tem feito muito para ampliar a assistência técnica e a extensão rural ao pequeno produtor rural e agricultores familiares no sentido de que haja mais investimentos em infra-estrutura, equipamentos e contratação de pessoal.
"Tivemos em 2008 a contratação de 205 novos assistentes agropecuários e funcionários de apoio. Ainda este ano vamos chamar mais 220 novos técnicos. Também estamos trabalhando no reajuste salarial do pessoal de apoio, técnicos e pesquisadores científicos da SAA. Tudo isso para termos uma assistência técnica extensão rural muito mais forte", explicou Fontes.
O coordenador da CATI destacou também a política de fortalecimento das Casas da Agricultura - CAs, que é prioridade do secretário João Sampaio, pois as CAs devem estar muito mais próximas dos pequenos produtores e agricultores familiares. "Nossa intenção é que em todas as Casas da Agricultura tenhamos pessoal do Estado fazendo extensão rural", disse, apontando que com a implantação do Programa Estadual de Microbacias Hidrográficas - PEMH, a CATI conseguiu fortalecer os agricultores paulistas, fazendo com que comunidades rurais se tornassem mais pró-ativas e conseguissem reverter quadros de degradação ambiental, social e ambiental e pudessem ganhar dinheiro com suas atividades rurais.
Fontes destacou que pretende mostrar no estande da SAA tanto os projetos da CATI quanto os resultados das pesquisas da APTA, os projetos da CODEAGRO, CODASP,ICA, CDA e os demais órgãos da SAA, que têm feito desde sempre um trabalho muito forte de apoio, colaboração e de transformação da agricultura no Estado de São Paulo.
"Neste sentido é muito bom termos um parceiro como a FETAESP que tem um espaço como a AGRIFAM onde podemos mostrar os resultados dos nossos trabalho", finalizou Fontes.
Fonte: CATI Regional Avaré
FotoS: Fernando Franco
Legendas:
Fontes no lançamento da AGRIFAM 2010
Braz Albertini: estimativa de 18 milhões em negócios
Eliseu, Fidelis e Maju (MDA/SP) na abertura da AGRIFAM 2010
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Plano Regional vai identificar instituições parceiras


A CATI Regional Avaré continua o trabalho de elaboração do Plano Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável - PRDRS com apoio dos agricultores, técnicos, representantes dos CMDRs e CRDR.
Na última reunião do dia 19/5 os produtores de Bovinocultura Mista (leite e
corte) e Horticultura (frutas, legumes e verduras) debateram os
problemas e oportunidades destas cadeias produtivas e propuseram
soluções.
Segundo o engenheiro agrônomo Sérgio Augusto Martins Faria, da CATI Regional Avaré, o próximo passo é reunir as lideranças de produtores rurais (membros dos conselhos, representantes de bairros, secretários municipais, prefeituras, associações, sindicatos, cooperativas etc) para debater problemas e oportunidades gerais da área rural, como saúde, segurança, educação, estradas, logística, infra-estrutura, entre outros.
"Outra etapa é identificar quais as instituições (SEBRAE, SENAR, Sindicatos, cooperativas, associações, prefeituras,ONGs, universidades, empresas, etc) que mantém algum tipo de atuação, projeto ou programa na área rural e reuní-las para verificar a possibilidade de ações conjuntas com a CATI Regional Avaré", explica Faria.
Para ele, com estes dados, será possível avaliar o que já está sendo feito na área rural em termos regionais e elaborar novas propostas de ações para melhoria do setor rural.
O diretor da CATI Regional Avaré, engenheiro agrônomo Eliseu Aires de Melo, destaca que desta forma o PRDRS permitirá a elaboração de projetos específicos
com o papel das entidades executoras bem definidos e, principalmente, com
a indicação clara dos beneficiários e de sua situação atual para
que, no decorrer do PRDRS, se possa acompanhar e avaliar os resultados esperados.
Fonte: CATI Regional Avaré
Legendas:
Produtores rurais da região de Avaré durante a oficina de elaboração do PRDRS
terça-feira, 25 de maio de 2010
AGRICULTORES PEDEM APOIO A DEPUTADOS EM SP
Meta é aprovar Projeto de Lei 946/2009 que aprimora o FEAP/BANAGRO
Demonstrando boa articulação e organização, agricultores de todas as regiões do interior paulista marcaram presença na Assembléia Legislativa de São Paulo nesta terça-feira, 25, para pedir apoio aos líderes dos partidos naa aprovação em regime de urgência do Projeto de Lei 946/2009, em trâmite naquela Casa de Leis.
O projeto tem como objetivo o aprimoramento das subvenções econômicas aos agricultores familiares, pequenos produtores rurais e pescadores artesanais, bem como suas cooperativas e associações, por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista/Banco do Agronegócio Familiar - FEAP/BANAGRO.
Apoiando os agricultores nesta empreitada estavam os presidentes das associações de produtores rurais e cooperativas, presidentes dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento Rural Sustentável - CRDRS, representantes dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável - CMDRS e técnicos e alguns diretores da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral - CATI, que lotaram os corredores da Assembléia para chamar a atenção dos deputados para a importância do tema.
O engenheiro agrônomo José Luis Fontes, coordenador da CATI, explicou aos líderes de bancada a necessidade da aprovação do projeto de lei no âmbito das ações futuras do Programa Estadual de Microbacias Hidrográficas II - Acesso ao Mercado - e pediu apoio aos parlamentares.
Fontes destacou que alterações na Lei que disciplina o FEAP/BANAGRO são fundamentais para a adoção de práticas que garantam mecanismos de proteção de preços, reduzindo os riscos de mercado e melhorando a renda e da qualidade de vida do pequeno produtor rural e agricultores familiares paulistas.
João Fidelis, presidente da Federação das Associações de Produtores Rurais das Microbacias Hidrográficas do Estado de São Paulo - FAMHESP, conversou com diversos parlamentares, entre eles Antonio Salim Curiati (PP) e Celso Giglio (PSDB), e disse que os deputados se mostraram favoráveis à aprovação do Projeto de Lei, que deve entrar em votação nesta quarta-feira, 26.
"O FEAP/BANAGRO é uma ação importante do governo de São Paulo para o financiamento das atividades dos pequenos produtores rurais através do associativismo e da adoção de novas tecnologias, promovendo o aumento da produção, o uso de práticas conservacionistas nas microbacias e o aumento da renda das famílias que vivem e produzem no campo. Esse é o papel do fundo", afirmou Fidelis.
Já a agricultora Rosmary Batista Fogaça, vice-presidente do CRDRS Avaré, destacou a importância da alteração da lei que criou o FEAP/BANAGRO porque o fundo é um grande vetor do desenvolvimento da agricultura paulista, disponibilizando recursos a juros acessíveis, carência e prazos adequados de pagamento. "No entanto, o governo precisa rever a política de garantias reais presentes nestas linhas de financiamentos, pois a exigência de 150% inviabiliza a tomada de dinheiro por parte do pequeno produtor", reclamou.
Para o diretor da CATI Regional Avaré, engenheiro agrônomo Eliseu Aires de Melo, as linhas de crédito do FEAP/BANAGRO ajudam a construir o desenvolvimento sustentável no Estado de São Paulo através do financiamento das cadeias produtivas de maior destaque no agronegócio paulista. "Dessa forma, o fundo cumpre seu objetivo de contribuir para o crescimento do agronegócio paulista. Agora, o foco do agricultor deve ser a gestão eficiente da produção e a comercialização eficaz. Acredito que tanto o FEAP como a CATI poderão auxiliar o pequeno produtor neste desafio", completou Eliseu.
Fonte: CATI Regional Avaré
Legenda:
Eliseu, Fidelis e Rosmary na Assembléia Legislativa de São Paulo
quarta-feira, 19 de maio de 2010
CATI e BANCO MUNDIAL SE REUNEM EM IACANGA
Objetivo do encontro foi conhecer experiências de sucesso no Programa Estadual de Microbacias Hidrográficas
Nesta quarta-feira, 19, na sede da Associação dos Produtores Rurais de Iacanga - APRI, Juergen Voegelle, Ethel Sennhauser, Mark Lundell, Fionna Douglas e Jyoth Shukla, todos representantes do Banco Mundial, se reuniram com o coordenador da CATI, José Luiz Fontes, técnicos da CATI, agricultores e lideranças regionais para conhecer de perto os resultados do Programa de Microbacias Hidrográficas I e ouvir a opinião dos produtores sobre as principais dificuldades enfrentadas, principalmente, no beneficiamento, seleção e transporte da produção.
O diretor da CATI Regional Avaré, Eliseu Aires de Melo, João Fidelis, presidente da Federação das Associações de Produtores Rurais das Microbacias Hidrográficas do Estado de São Paulo - FAMHESP e os produtores rurais João Rocha (ASCAFÉ - Itaí/SP) e Elvis (APROBAN - Coronel Macedo/SP), marcaram presença no evento, bem como produtores rurais da região de Bauru, Marília e Avaré.
Durante o evento, que contou com a presença do prefeito Ismael Boiani e do secretário adjunto Antonio Junqueira, que representou o secretário João Sampaio, Fontes destacou o trabalho da APRI e falou da importância da realização do Programa de Microbacias II - Acesso ao Mercado no Estado de São Paulo, apontando que na próxima semana a direção do Banco Mundial deve aprovar o acordo de empréstimo, que terá mais foco em agregação de valor e comercialização.
Juergen Voegelle relatou que o Banco Mundial, só no ano passado, apoiou em todo mundo programas na área do agronegócio com investimentos de mais de 6 bilhões de doláres e apontou que é fundamental que os produtores rurais se organizem e trabalhem associados em cooperativs e associações para enfrentar as variações do mercado.
Voegelle disse ainda que para lidar com a variação de preços é importante criar seguro de mercado e outros instrumentos. "Já estamos pensando numa futura terceira fase do programa, onde vamos buscar novas estratégias para equilibrar e proteger o pequeno produtor das extremas variações de preços no mercado internacional", apontou Juergen Voegelle.
Antonio Junqueira afirmou que o Programa de Microbacias Hidrográficas é um programa vencedor e destacou a parceria com o Banco Mundial. Junqueira disse que o governo de São Paulo e a SAA tem interesse em firmar uma parceria no setor de seguro de renda ao produtor rural. "Precisamos eleger candidatos que defendam a agricultura e criar uma frente parlamentar da agricultura paulista", destacou o secretário adjunto.
João Fidelis, presidente da FAMHESP, reivindicou durante a reunião que no Microbacias II aquele agricultor que não está inserido na área geográfica da microbacia, seja também beneficiado pelo programa. Fidelis ressaltou que todo pequeno agricultor, se quiser ter sucesso na atividade, terá que agir como um pequeno empresário e ser capacitado em gestão e planejamento.
Respondendo Fidelis, Fontes disse que no Microbacias II os beneficiários do programa serão associações,cooperativas ou grupos de produtores rurais, independente de se estar dentro ou fora da microbacia, onde a CATI através do PEMH II vai apoiar iniciativas de negócios que vão gerar renda aos seus agricultores.
Emocionada, a agricultora Dona Conceição, vice-presidente da APRI, destacou o empenho dos técnicos da CATI pelo apoio aos pequenos agricultores. Ela relatou ainda as dificuldades da olericultura e da cadeia produtiva do leite e pediu apoio da CATI e do Banco Mundial para que o pequeno produtor possa continuar produzindo e melhorem de vida.
Na seqüência, Maria Paula de Sampaio Ferraz, presidente da PARE - Produtores Associados de Reginópolis e Região, relatou o desenvolvimento da olericultura em ambiente protegido. Segundo ela, 95% dos associados são agricultores familiares e a PARE abrange nove municípios, com destaque para a produção de pimentão colorido, com 280 toneladas/mês, gerando um movimento de mais de 6 milhões de reais/ano.
Em seguida, usaram a palavra Edval Rodrigues, presidente da Associação dos Produtores Rurais de Macatuba e Japão Bassetto, presidente da Associação dos Produtores Rurais de Pratânia. Sobre a inspeção dos produtos de origem animal, que é um fator limitante para os pequenos produtores agreguem valor, Fontes disse que a idéia é fazer um estudo profundo desta questão e propor alteração na legislação para que resolva este problema definitivamente.
Finalizando, João Brunelli, em relação aos incentivos do Microbacias II, as organizações de produtores rurais vão apresentar propostas de negócios, projetos que agreguem valor ao que é produzido. "Tudo que venha agregar valor para que as associações possam vender melhor seus produtos no mercado, é o que o programa vai financiar", explicou Brunelli.
Fonte: CATI Regional Avaré
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MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA EM TAQUARITUBA/SP
Representantes do MPA/SP fazem apresentação das políticas públicas do Ministério da Pesca e Aquicultura em reunião do CONSAD Sudoeste Paulista
Nesta terça-feira, 18, a partir das 14h00, na sede da Câmara de Vereadores de Taquarituba/SP, representantes do Ministério da Pesca e Aquicultura em São Paulo -MPA/SP, participam da Assembléia Extraordinária do Consórcio de Segurança Alimentar e Desenvolvimento Local - CONSAD Sudoeste Paulista e vão abordar as diversas ações, projetos e programas do MPA para a consolidação de uma política de Estado para o desenvolvimento sustentável da aquicultura e pesca no Brasil.
A CATI Regional Avaré participa da reunião com as presenças do engenheiro agrônomo Sérgio Faria, do veterinário Paulo Tamassia e do gestor de agronegócio Fernando Franco. Segundo o engenheiro agrônomo Eliseu Aires de Melo, diretor da CATI Regional Avaré, os municípios de Barão de Antonina, Coronel Macedo, Itaporanga e Taquarituba fazem parte do CONSAD, representando portanto, um terço da Regional. "Acredito ser importante a integração das políticas públicas para o setor da aquicultura na região, visto o enorme potencial proporcionado pela represa de Jurumirim", afirma o diretor da CATI Regional Avaré.
De acordo com César Medeiros Isidoro, presidente do CONSAD Sudoeste Paulista, durante o encontro serão debatidos diversos aspectos do potencial para o desenvolvimento de um Projeto de Piscicultura na Bacia do rio Paranapanema, incluindo a criação de peixes em tanques-rede na represa de Jurumirim.
Segundo ele, mais de trinta pessoas devem participar da assembléia que é aberta ao público. César explica que o CONSAD tem como objetivo principal articular políticas públicas para o desenvolvimento sustentável da região Sudoeste Paulista.
Ele cita como exemplo os projetos na área de produção leiteira com a instalação de mais de 50 tanques de resfriamento de leite, 6 milhões investidos no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)com a aquisição de alimentos direto do pequeno produtor rural e agricultores familiares e 10 cursos de capacitação em agricultura orgânica dentro do Plano Setorial de Qualificação - PLANSEQ, incluindo uma central de beneficiamento e embalagem e caminhão para transporte de produtos orgânicos na região de Itapeva/SP.
Fonte: CATI Regional Avaré
Legenda:
Reunião do CONSAD SUDOESTE PAULISTA: piscicultura de volta à pauta da região
MPA inaugura Centro de Aquacultura no interior de São Paulo
O Ministério da Pesca e Aquicultura - MPA inaugura nesta sexta-feira, 21, em Monte Aprazível, interior de São Paulo, o Centro de Educação Tecnológica de Aquacultura - CETAq e o Laboratório de Processamento de Pescado.
O evento acontece a partir das 9h00 na Câmara dos Vereadores de Monte Aprazível, na Praça São João, com a presença do ministro Altemir Gregolin, aquicultores, piscicultoes, produtores rurais, técnicos da Superintendência do MPA em São Paulo, prefeitos, autoridades e lideranças regionais.
A escola tem várias especialidades de formação técnica e uma de suas prioridades é a formação de filhos de pescadores e piscicultores do interior paulista. Por suas características e estrutura, a escola pretende ser uma referência na produção e no processamento do pescado.
A escola vai ter laboratório de análise de água, fábrica de ração, tanques escavados de engorda de pescado e estrutura de beneficiamento. Inicialmente o curso de Aqüicultura e Processaemento de Pescado deverá receber turmas que juntas somarão 60 alunos. O objetivo principal é formar profissionais para desenvolver a piscicultura, bem como promover a inserção do pescado na merenda escolar. Outra meta é preparar técnicos para todas as etapas do processo produtivo do pescado.
O Centro de Educação Tecnológica Chopin Tavares de Lima é resultado de um projeto coordenado pela Associação de Aquicultores de Monte Aprazível e Região (Aquamar). Inicialmente com recursos do MEC, o centro foi se estruturando nos últimos anos para formar profissionais em várias áreas do mercado, entre elas a pesca e a aquicultura. Em 2005, o Ministério da Pesca liberou R$625 mil para a implantação do laboratório de processamento do pescado, que agora passa a se incorporar à estrutura.
LABORATÓRIO - O Laboratório de Processamento está pronto para iniciar sua operação, estando instalados os equipamentos para linha de processamento do filé. O processamento inicial será de 2 toneladas/dia, com capacidade de chegar a 6 toneladas/dia. A produção inicial será distribuída regionalmente. Em meados de 2011 está previsto o processamento de alimentos como; hambúrguers, kibes e nuggets de tilápia.
O foco principal da produção será para atender as Escolas na merenda escolar.
O funcionamento do Laboratório de Processamento possibilitará a reativação dos viveiros escavados aprovados que se encontram desativados, incentivando também a produção de outras espécies como: Tambacu; Piau; Pirapitinga e Pacu. A produção será direcionada para processamento no laboratório, possibilitando a geração de novos empregos diretos e indiretos na região.
Legenda da foto:
Altemir Gregolin: "Aquicultura é setor estratégico para o governo federal"
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