quinta-feira, 17 de março de 2011

Rizicultores falam sobre a cultura de arroz









Para o rizicultor Geert Petrus Van Den Broek,dono da Fazenda Taquari, em Paranapanema-SP, o evento realizado pela CATI é muito interessante e permite que o produtor rural conheça novas cultivares mais adaptadas ao clima e solo da região, com maior potencial de produtividade por área e aceitabilidade pelo mercado consumidor.

Geert disse que é viável investir em novas cultivares que vão bem irrigado sob pivô central. Por isso, o trabalho da CATI em parceria com a indústria e os rizicultores é fundamental para a melhoria do setor. Geraldo Broek, como é conhecido o descendente de holandês, acredita que o mercado de arroz no Estado de São Paulo deve melhorar.

O rizicultor de Paranapenama-SP, que é ligado à Cooperativa Agroindustrial Holambra,
a cultivar mais plantada na região é o IAC 202, cuja produtividade gira em torno de 6.500 a 7.000 Kg por hectares, com boa qualidade de grão.

Van Den Broek aponta que os ensaios da CATI é uma ferramenta importante para que o setor encontre novas cultivares de arroz adaptadas para as mais diversas condições edafoclimáticas. "O mercado está comprador, apesar de que há dois anos atrás o preço estava melhor. Esse ano está menos. Mas isso é normal da oscilação do mercado", apontou.

O rizicultor parceiro da CATI, Flávio Broek, que planta arroz em Cerqueira César na Fazenda Santa Nélia,disse que usa muito a cultivar IAC 202, mas tem feito testes com o IRGA 417. Segundo ele, a necessidade hídrica do IRGA 417 é maior que o IAC 202, apesar da qualidade de grão do IRGA 417 ser maior. "No entanto,o IAC 202 deve ter um resultado melhor em termos de produtividade. Vamos avaliar tudo", disse.

Flávio aponta que tanto o IAC 202 quanto o IRGA 417 são resistentes às pragas e doenças. Mas ele ressalta que faz a prevenção das principais doenças com apenas duas aplicações de fungicidas e até agora não registrou nenhum problema na qualidade e na produtividade da cultura, em termos de danos econômicos.

Sobre o mercado, Flávio vê boas perspectivas aos rizicultores paulistas. "Hoje com a soja, milho e algodão melhor de preço, o arroz tá meio complicado. Mas o arroz veio pra ficar e ele entra bem na nossa rotação de culturas, principalmente, com o feijão, diminuindo as doenças de solo no feijão. Então, se a gente não ganha no arroz, ganhamos no feijão", diz.

Para Flávio, o trabalho da CATI é muito importante porque alguns materiais se destacam nos ensaios e, em um futuro próximo, poderão ser utilizados pelos rizicultores. "O arroz é uma cultura boa. Há uma certa dificuldade, mas hoje já tem pessoas investindo em secadores e na indústria do arroz parboilizado, que não havia na nossa região. Isso é um avanço e sinal de que podemos investir", comemora o rizicultor.

Fonte e fotos: Fernando Franco - CATI Regional Avaré

Legendas:

Foto1 - Geert Van Den Broek e Adriano Bussolaro, da AgroNorte
Foto2 - De Vechi e Yamanaka durante a reunião técnica sobre arroz

Encontro Técnico de Arroz: boas perspectivas






O Núcleo de Produção de Sementes de Avaré, do Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes DSMM-CATI, realizou recentemente uma Reunião Técnica sobre Arroz ocorrida em Paranapanema-SP, na Fazenda Taquari, propriedade do rizicultor Geert Van Den Broek.

Segundo o diretor do NPS Avaré, engenheiro agrônomo Vilson De Vechi, a reunião faz parte da Ação Governamental - Arroz Paulista de Qualidade e contou com 35 participantes, entre eles técnicos, rizicultores, agricultores e representantes da indústria.

Foram avaliados 24 materiais próximos ao ponto de colheita, sendo 18 comerciais e 6 linhagens, a saber: IAC 202, IAC 201, IAC 2005 e IAC 2009 (Instituto Agronômico de Campinas - IAC), EPAGRI 109 (EPAGRI-SC), ANA 9001, AN BEST 2000, AN Cambará, AN Jatobá (AgroNorte-Sinop-MT), IRGA 409, IRGA 417 (Instituto Riograndense de Arroz-RS), BRA 032048, BRA 052023, BRA 052033, BRA 052045, BRS Caravera, BRS Fronteira, BRS Tropical, BRS Pepita, BRS Sertaneja, BRS Sinuelo CL, BRS Taim, BRS Atalanta e BRS Querência (Embrapa CNPAF - Santo Antonio de Goiás-GO e Embrapa Clima Temperado - Pelotas-RS).

De acordo com De Vechi, os próximos passos do trabalho são a colheita de cada material, avaliação de campo, avaliação da qualidade industrial, conclusões e envio dos resultados aos participantes. "Temos dois ensaios, um de setembro e outro de novembro de 2010, em épocas diferentes de plantio. Assim, podemos avaliar melhor o comportamento de cada material", explica De Vechi.

Segundo o engenheiro agrônomo Rubens Yamanaka, do NPS-DSMM-CATI, o objetivo da Ação Governamental da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA)desenvolvida pela CATI em parceria com a indústria paulista e rizicultores parceiros é identificar cultivares de arroz de ciclo curto, resistentes ao ataque de pragas e doenças, reduzido acamamento e com tipo de grão aceito pelo mercado consumidor.

O diretor da Broto Legal Alimentos, de Porto Ferreira-SP, Lázaro Moreto, participou da reunião e parabenizou a CATI e a SAA pela iniciativa dos ensaios e e pelo fortalecimento do setor com a criação do Programa Arroz Paulista de Qualidade. Moreto também ressaltou que, apesar das dificuldades dos rizicultores paulistas, acredita na melhora do mercado e dos preços pagos ao produtor.

Para o engenheiro agrônomo Adriano Bussolaro, da AgroNorte, estas ações da CATI são fundamentais para apoiar e estimular os rizicultores paulistas. "Por outro lado, a produção de sementes de arroz de alta qualidade e baixo custo para os pequenos e médios produtores e agricultores familiares é importante para incentivar o crescimento da área plantada de arroz em terras paulistas", disse.

Fonte e fotos: Fernando Franco - CATI Regional Avaré

Legendas:

Foto 1 - Técnicos e produtores rurais durante o encontro técnico de arroz
Foto 2 - Aspecto da cultivar IAC 202, uma das mais plantadas na região de Avaré

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Agroecologia: uma visão holistica da agricultura

Comissão Técnica de Agroecologia da CATI se reúne em Avaré e define planejamento para 2.011

No último dia 22, terça-feira, a CATI Regional Avaré sediou a primeira reunião da Comissão Técnica de Agroecologia (CTA), quando foram discutidos as atribuições das Comissões Técnicas da instituição e o planejamento dos trabalhos para 2.011.
De acordo com o presidente da comissão, engenheiro agrônomo Osmar Mosca Diz, ficou definido a elaboração de um diagnóstico da agroecologia no Estado de São Paulo, com o objetivo de identificar as iniciativas agroecológicas, suas dificuldades e oportunidades, bem como mapear quais instituições que atuam na área e quais os trabalhos já realizados para que se possam estreitar as parcerias entre os diversos atores e demais instituições para proporcionar resultados mais efetivos.

MANUAL E ATER - Os trabalhos da CTA também prevêem a capacitação de técnicos, publicação de manual de boas práticas agroecológicas e desenvolvimento de um programa de ATER (Assistência Técnica e Extensão Rural) para incentivar a agroecologia junto aos produtores rurais. Segundo o engenheiro agrônomo Sérgio Faria, da CATI Regional Avaré, compromissada com o desenvolvimento rural sustentável a CATI formou recentemente a Comissão Técnica de Agroecologia (CTA), composta por Letícia Sturlini, Fernando Santos, Escolática Ramos, Roberto Machado, Roberto Shirasaki, Rolando do Nascimento, Antonio Machiori e o próprio Sergio Faria, todos eles com conhecimento no tema e trabalhos em agroecologia e sistemas de produção rural sustentáveis.

METAS - Osmar Mosca aponta que a comissão vai orientar os órgãos competentes sobre a situação atual e as perspectivas para o melhor desempenho produtivo e econômico da atividade. Deve ainda elaborar pareceres, planos ou apresentar soluções para problemas existentes (e relacionados à questão ambiental e mais especificamente à agroecologia), fomentar a integração entre os técnicos de todas as áreas de atuação da CATI, sendo como um fórum permanente para a discussão técnica.
Promover a interação da CATI com órgãos de pesquisa, ensino e extensão, apoiar o Centro de Treinamento da CATI (CETATE) na realização de encontros técnicos, seminários, simpósios, congressos, cursos e periódicos com objetivo de apresentar e avaliar resultados, difundir os conhecimentos obtidos, capacitar técnicos e produtores rurais, validar novas tecnologias, revisar conteúdos técnicos em agroecologia para a edição e produção de publicações destinadas a público interno e externo; apoiar o Centro de Informações Agropecuárias da CATI (CIAGRO) na difusão de informações de natureza técnica e legislativa de interesse interno e externo, utilizando as tecnologias de comunicação eletrônica e as redes sociais da CATI na internet, são outras propostas da Comissão Técnica em Agroecologia.

BOX – O QUE É AGROECOLOGIA

Devido à crescente preocupação com meio ambiente, saúde e com um desenvolvimento mais sustentável, a agroecologia vem se destacando nas atividades rurais.
Agroecologia pode ser definida como uma ciência abrangente, que vai muito além de uma agricultura sem utilizar agrotóxicos. A agroecologia leva em consideração além das técnicas de produção, as questões ambientais, sociais e mesmo culturais.
Quando falamos de agroecologia não podemos ter a visão de que o produtor produz simplesmente para atender ao mercado. Deve-se pensar numa relação mútua entre consumidor e produtor. Para o consumidor ter produtos mais saudáveis é importante que os produtos sejam produzidos o mais próximo possível, para não perder sua qualidade no transporte. Além disto, o produto deve ser produzido preferencialmente nas épocas adequadas, assim terá menor perda com pragas ou doenças, sem necessidade de uso de agrotóxicos ou defensivos químicos, com um menor custo de produção e sem resíduos contaminantes, o que é bom tanto para o produtor, quanto para o consumidor final.

Texto e fotos: Fernando Franco, Gestor de Agronegócio - CATI Regional Avaré


Legenda:

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Comissão Técnica de Agroecologia em Avaré





A Comissão Técnica de Agroecologia da CATI, está reunida hoje em Avaré-SP, para elaborar o planejamento de 2011 e a priorização das próximas ações da Comissão, bem como a estratégia de divulgação do trabalho a ser realizado com o aval da Coordenadoria da CATI e as demais Comissões Técnicas da instituição.

Mais informações em breve.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

CATI divulga Microbacias II em Avaré









Objetivo foi capacitar técnicos e dirimir possíveis dúvidas quanto às diretrizes do projeto


Técnicos das Regionais da CATI de Avaré, Bauru, Botucatu, Itapetininga, Itapeva, Jaú, Ourinhos, Piracicaba, Jaboticabal, Jales, Marília e Araçatuba, bem como representantes da Unidade de Gerenciamento de Projetos (UGPs), com apoio do CETATE, estiveram reunidos na Estância Turística de Avaré para nova etapa da “Divulgação do Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável (PDRS) – Microbacias II - Acesso ao Mercado”.

O evento foi fechado ao público e aconteceu nos dias 15 e 16 de fevereiro, no Villa Verde Hotel, com pauta estritamente técnica. Sob o comando do engenheiro agrônomo João Brunelli Junior, os técnicos participantes debruçaram-se sobre o Manual Operacional do Projeto Microbacias II e seus anexos e passaram por testes de avaliação e nivelamento de conhecimento das diretrizes.

Durante os trabalhos os participantes foram divididos em seis grupos e cada par de grupos se dedicou a um tema do Manual Operacional, fazendo posteriormente uma apresentação aos demais sobre do estudo realizado. Brunelli enfatizou que a estratégia era, justamente, fazer com que os grupos eliminassem as possíveis dúvidas. “Estou satisfeito com os resultados”, disse Brunelli acrescentando que os técnicos passarão por mais três capacitações subseqüentes logo após a quarta-feira de cinzas.


Já a geóloga e geógrafa Neide Araújo, assessora da Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais (CBRN), da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA), falou aos técnicos sobre as ações que serão desenvolvidas pela CBRN no Microbacias II e detalhou a atuação da SMA em parceria com a CATI.
Também participou do evento o engenheiro agrônomo Abelardo Gonçalves Pinto, da DEXTRU, que abordou as estratégias do Microbacias II para as comunidades tradicionais, ou seja, a Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) para comunidades indígenas e quilombolas.

Da CATI Regional Avaré participam além do diretor Eliseu Aires de Melo, os assistentes técnicos Euclides Rosa, Newton Tamassia, Sergio Faria e Paulo Tamassia.


BOX – O QUE É O MICROBACIAS II – ACESSO AO MERCADO


O objetivo é promover o desenvolvimento rural sustentável e a competitividade agrícola no Estado, aumentando as oportunidades de emprego e renda para pequenos agricultores e suas famílias (cerca de 22 mil), além das populações rurais vulneráveis, como comunidades indígenas e quilombolas(cerca de 1.500 famílias).
O acordo envolve quase US$ 130 milhões, sendo US$ 52 milhões de contrapartida do Governo do Estado. Ele dá continuidade ao Programa Estadual de Microbacias Hidrográficas, realizado entre 2000 e 2008, que focou práticas conservacionistas, recuperação de matas ciliares e combate à erosão no campo, além de apoio a mais de 400 associações de produtores formadas no período.
São Paulo contribui com cerca de um quarto da produção agrícola nacional e tem também o maior mercado consumidor do País. A agricultura responde por mais da metade de toda a atividade econômica em 60% dos municípios do Estado e é um importante fator de emprego, especialmente na área rural, onde 80% da população dependem dela.



Texto e fotos – Fernando Franco – Mtb 33.972 – SP – Imprensa CATI Regional Avaré


Legendas:


Microavare (8) – Neide Araujo fala aos técnicos da CATI
Microavare (3) – Técnicos da CATI puderam esclarecer dúvidas sobre o Microbacias II
Microavare (5) – Abelardo Gonçalves: estratégias especiais para indígenas e quilombolas

Produtores de leite de Itaí buscam maior integração





Meta é fortalecer associação e melhorar resultados em Itaí



Na noite do último dia 07 de fevereiro, no salão nobre da Casa da Agricultura de Itaí aconteceu uma importante reunião da Associação dos Produtores de Leite de Itaí e Região – APLIR.

Estiveram presentes na reunião os representantes de um instituto que tem como proposta assessorar e gerenciar as atividades como um todo, diagnosticando seus entraves e propondo ferramentas, como a “vaca móvel”, para solucionar os problemas dos produtores.

Também foi aberto um espaço para que o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - SENAR, através de seus representantes, apresentasse o Programa Pró-Leite, que é mais uma ferramenta para orientar e capacitar o produtor na direção da eficiência na atividade leiteira, assim como o Projeto CATI Leite desenvolvido em todo Estado de São Paulo.

De acordo com o engenheiro agrônomo Marcus Vinicius Rezende Costa, da Casa da Agricultura de Itaí, “embora o grupo esteja se consolidando com uma idéia em comum, ainda há muita dispersão por parte de alguns produtores que, de forma individualista, não participam das oportunidades oferecidas pela associação, pela CATI e pela Casa da Agricultura de Itaí. No entanto, se bem conduzida tecnicamente, a produção de leite apresenta um excelente retorno econômico em comparação com outras atividades agropecuárias”, diz.

Vinicius explica que a Casa da Agricultura de Itaí, órgão da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral – CATI e da Secretaria da Agricultura e Abasteciemento do Estado de São Paulo (SAA) tem como objetivo esclarecer e ser aglutinadora de esforços, na direção de fortalecer o agronegócio do município.

A Casa da Agricultura de Itaí conta com seus parceiros, estando de portas abertas para políticas condizentes com o Projeto Microbacias II – Acesso ao Mercado, procurando não perder o foco das diretrizes do Plano Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável – PMDRS, cujo texto foi elaborado em 2009 com a participação dos agricultores, representantes locais do setor rural e aprovado pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de Itaí – CMDR Itaí.

“O PMDRS foi reconhecido e assinado pelo prefeito e pelo diretor da CATI Regional Avaré, engenheiro agrônomo Eliseu Aires de Melo, estando em pleno vigor”, acrescenta Marcus Vinicius.


Legenda: O produtor de leite Gilberto Carlos, atual presidente da APLIR


Crédito:


Texto: Fernando Franco – Mtb 33.972 – SP - Imprensa da CATI Regional Avaré

Foto: Marcus Vinicius

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

CATI divulga Microbacias II em Avaré

Divulgação do Projeto de DesenvolvimentoRural Sustentável (PDRS)
Microbacias II - Acesso ao Mercado


Técnicos e diretores das Regionais da CATI de Avaré, Bauru, Botucatu, Itapetininga, Itapeva,Jaú, Ourinhos, Piracicaba, Jaboticabal, Jales, Marília e Araçatuba, bem como representantes do CGC,DCT, CETATE e DEXTRU estão reunidos na Estância Turística de Avaré para nova etapa da “Divulgação do Projeto deDesenvolvimento Rural Sustentável (PDRS) – Microbacias II - Acesso ao Mercado”.

O evento é fechado ao público e acontece hoje, 15, e amanhã, 16 de fevereiro, no Villa Verde Hotel, com pauta estritamente técnica.

Sob o comando do engenheiro agrônomo João Brunelli Junior, os técnicos participantes vão se debruçar sobre o Manual Operacional do Projeto Microbacias II - Acesso ao Mercado e seus anexos.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Visita Técnica aos Experimentos de Milho

No próximo dia 10 de fevereiro, quinta-feira, a partir das 8h30 às 12h30, acontece nos municípios de Cândido Mota, Florínea e Cruzália, visita técnica aos experimentos de milho.

O evento é promovido e organizado pelo IAC, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios - APTA Médio Paranapanema, CATI e empresas parceiras.

A visita tem início na área experimental da COOPERMOTA, em Cândido Mota-SP, e tem como objetivo a avaliação de cultivares de milho convencional e Transgênico Bt.

Mais informações:

18-3321-2026
18-3321-1663
19-3202-1754
19-9700-1606

APTA Médio Paranapanema
Rodovia SP 333 (Assis-Marilia), Km 397 - Assis-SP
www.apta.sp.gov.br

Declaração de Dispensa de Licenciamento Ambiental

Nesta terça-feira, 08 de fevereiro, técnicos das Casas da Agricultura dos municípios de Águas de Santa Bárbara, Arandu, Avaré, Barão de Antonina, Cerqueira César, Coronel Macedo, Iaras, Itaporanga, Itaí, Manduri e Taquarituba, participaram de capacitação na emissão da Declaração de Dispensa de Licenciamento Ambiental.

Segundo Eliseu Aires de Melo, diretor da CATI Regional Avaré, a medida visa melhorar e agilizar o atendimento ao produtor rural nas Casas da Agricultura, de acordo as premissas estabelecidas na Resolução Conjunta entre a Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) e a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA).

Palestraram o auxiliar administrativo Elton Correa, o engenheiro agrônomo André Gonçalves e o próprio diretor da CATI Regional Avaré. Durante a reunião os técnicos puderam esclarecer dúvidas quanto a emissão da Declaração de Dispensa de Licenciamento Ambiental, de acordo com a legislação em vigor.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Reunião Técnica sobre Arroz em Paranapanema





Objetivo é demonstrar resultados de ensaios a campo com diversas cultivares sob pivô central





Nesta quarta-feira, 2, a partir das 14h00, acontece importante Reunião Técnica sobre Arroz. O evento é promovido e organizado pelo Núcleo de Produção de Sementes de Avaré(NPS), do Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes (DSMM)da CATI Regional Avaré,órgão ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA).

Segundo o engenheiro agrônomo Vilson De Vechi, diretor do NPS Avaré, a reunião é aberta aos agricultores, estudantes de ciências agrárias, técnicos da rede pública e particular de assistência técnica e extensão rural, empresas do setor rizícola, profissionais da cadeia produtiva do arroz e interessados no assunto.

A reunião será realizada na Fazenda Taquari, Km 241, da Rodovia Raposo Tavares, em Paranapanema-SP. A propriedade pertence ao rizicultor Geert Van Den Broek, tradicional agricultor parceiro da CATI na produção de sementes certificadas.

ARROZ DE TERRAS ALTAS - De Vechi explica a reunião vai tratar de cultivares de arroz para terras altas sob pivô central e avaliar 24 materiais de todo o Brasil que são objetos de estudo e ensaios-de-campo da CATI.

"São excelentes materiais com potencial para produção sob pivô central (irrigado)em nossa região. Estamos avaliando o comportamento das cultivares nos ensaios conduzidos pela CATI na região de Avaré, levando-se em consideração as condições edafoclimáticas da nossa microrregião. A avaliação também contempla as características industriais destas cultivares, ou seja, a avaliação do grão para o mercado consumidor", diz Vilson De Vechi.

De acordo De Vechi e o engenheiro agrônomo Rubens K. Yamanaka, responsável pelos ensaios, os primeiros resultados obtidos são animadores e servem de base para orientação aos rizicultores regionais e para a indústria brasileira. Segundo os técnicos, na região de Avaré há 50 hectares destinados a reprodução de sementes certificadas por agricultores parceiros e 300 hectares de arroz para atender a indústria, em lavouras comerciais.


SERVIÇO:

Reunião Técnica sobre Arroz
Local: Fazenda Taquari, Km 241 da Rodovia Raposo Tavares - Estância Turística de Paranapanema - SP - Próximo a entrada da Subestação de Energia Elétrica da CERIPA
Data: 02-02-2011
Hora: 14h00
Entrada franca

Mais informações:
SAA-NPS Avaré-DSMM-CATI Regional Avaré
Telefone: 14-3733-1952
E-mail: nps.avare@cati.sp.gov.br


Texto: Fernando Franco
Foto: Rubens Yamanaka
Legenda: Cultivar de arroz IAC 202 na fase de maturação

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

ATER Indígena é tema de curso da CATI








De 14 a 16 de dezembro, a CATI realizou o II Módulo de Formação em ATER Indígena. O curso aconteceu em Mongaguá, litoral paulista, na sede da FETICOM. Participaram aproximadamente 40 técnicos da instituição das Regionais onde há alguma etnia aldeada.

Ministraram as palestras o cientista social Roberto Donato da Silva Júnior doutorando UNICAMP), a antropóloga Malu Brant (FUNAI), o biólogo Júlio Moraes (UFSCAR)e o engenheiro agrônomo Abelardo Gonçalves (Divisão de Extensão Rural - DEXTRU-CATI), que abordou as estratégias para ATER Indígena no âmbito do Programa Estadual de Microbacias Hidrográficas II - Acesso ao Mercado.

Durante o curso os técnicos aprofundaram conhecimentos e conceitos de antropologia e agroecologia, tendo o diálogo entre as diferentes áreas do conhecimento e o trânsito entre teoria e prática, como base para uma abordagem holística das comunidades indígenas e o desenvolvimento sustentável da agricultura junto as diversas etnias existentes no território paulista, entre elas, os Guaranis, Kaingang, Terena, Krenak e outras quatro etnias originárias do Nordeste do Brasil e não aldeadas.

Os participantes também puderam trocar experiências e impressões sobre o trabalho já realizado ou em andamento em diversas aldeias e conhecer um pouco dos principais troncos linguísticos (Tupy, Gê, Karib, Aruak e Macro-Gê), sistema de produção indígena e organização social das etnias localizadas em São Paulo, no Litoral Norte, Baixada Santista, Vale do Ribeira, Oeste e Sudoeste Paulista.

Fonte e fotos: Fernando Franco - CATI Regional Avaré

Legendas:

Abelardo, da DEXTRU-CATI

Grupo de ATER Indigena da CATI

Antropóloga Malu Brant, da FUNAI

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Turismo Rural na Microbacia dos Rochas














Evento aconteceu na Microbacia dos Rochas como parte do Curso de Turismo Rural




Nesta quinta-feira, 4, pequenos agricultores da Microbacia Hidrográfica do Bairro dos Rochas realizaram o 1º Festival de Resgate Gastronômico. O evento foi realizado na Paróquia do Bairro e fez parte do nono módulo do Curso de Turismo Rural promovido pelo Sindicato Rural de Avaré (SRA), com apoio do SENAR-SP e Prefeitura de Avaré.

Além dos produtores rurais, participaram do evento o prefeito Rogelio Barchetti, Pedro Lucchesi (secretário municipal de Agricultura), funcionários do SRA e da Secretaria Municipal da Agricultura (SMA), Aparecido “Gato” Fernandes (secretário de Obras), engenheiro agrônomo Rui Ferreira (chefe da Casa da Agricultura de Avaré), Fernando Franco e Pedro Guazzelli, gestores de agronegócio da Prefeitura de Avaré, a primeira-dama Maria Silvia, Rosmary Fogaça (presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural - CMDR-Avaré), Padre Carlos e Valdomiro Flávio Garcia presidente da Associação dos Produtores Rurais da Microbacia Hidrográfica do Pinhal).


Segundo Covolan, instrutor do SENAR-SP, o Festival Gastronômico tem como objetivo resgatar a culinária desenvolvida no Bairro dos Rochas como fator histórico-cultural ligado ao potencial turístico da região. Além das comidas típicas feitas com alimentos sem agrotóxicos (saladas, frango caipira ao molho, leitoa assada, arroz, feijão, macarrão, doce de mamão, abóbora, figo, abacaxi e melancia), também houve uma pequena exposição rural, com objetos que contam a história e os costumes do Bairro, que é muito conhecido pela produção de hortifrutigranjeiros.


O prefeito Rogelio Barchetti disse que, apesar das dificuldades, a Prefeitura de Avaré procura sempre atender todos os pedidos dos produtores rurais e reafirmou a intenção de resolver em breve a manutenção das estradas rurais dos Rochas, Água da Onça e Três Coqueiros, melhorando o escoamento das safras e a locomoção dos moradores daquela região.


Pedro Luchessi, que é o atual presidente do Sindicato Rural de Avaré (SRA), lembrou que o SENAR-SP é um grande parceiro e que mais de 100 cursos já foram realizados através do Sindicato, com apoio da Prefeitura. Lucchesi apontou que em breve a Secretaria Municipal de Agricultura vai incrementar a Patrulha Agrícola de Avaré com novos tratores traçados e implementos visando à melhoria das estradas rurais, maior reivindicação dos produtores rurais.


Para Rui Ferreira, chefe da Casa da Agricultura de Avaré, a zona rural avareense tem um enorme potencial para desenvolver o turismo rural sustentado, com a agregação de valor ao que é produzido pelos agricultores, respeito ao meio ambiente e com o aproveitamento racional dos recursos naturais. “Temos que nos organizar para que isso aconteça de forma ordenada, por isso, capacitações como esta do SENAR-SP com apoio da Prefeitura e da CATI Regional Avaré são fundamentais”, disse.


Texto e fotos: Fernando Franco – CMDR Avaré

sábado, 30 de outubro de 2010

APTA capacita técnicos da CATI em piscicultura













Mais fotos em:

Perfil do Orkut de Fernandinho Franco

fernandopiraju@hotmail.com

sexta-feira, 2 de julho de 2010

LEGISLAÇÃO PERÍODO ELEITORAL




"Por conta da legislação eleitoral, a partir do dia 3/7 e até o fim dos pleitos esse perfil não será atualizado"



Mais informações:

www.cati.sp.gov.br

CATI Regional Avaré

14_3733-1977 ramal 34

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Piscicultura será tema de curso e livro da CATI






Parceria com a APTA objetiva capacitar técnicos das 594 Casas da Agricultura em todo Estado de São Paulo

Seguindo a política de integração entre a CATI e os institutos de pesquisa e demais órgãos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), o diretor do Departamento de Comunicação e Treinamento (DCT/CATI), Ypujucan Caramuru Pinto, esteve reunido recentemente com o pesquisador científico Luiz Marques da Silva Ayroza, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios do Médio Paranapanema (APTA-MP) para tratar do planejamento e viabilidade de um curso de capacitação para os técnicos da CATI e a organização, edição e publicação de um Impresso Especial sobre Piscicultura.

Segundo Ypujucan, a meta do projeto é reunir os principais pesquisadores do setor de piscicultura e aqüicultura no Estado de São Paulo com a Comissão de Piscicultura da CATI, coordenada pela engenheira agrônoma Sônia Tinoco, para a definição de conteúdo programático em módulos abordando todos os aspectos da criação de peixes em sistema de tanques-rede e viveiros escavados. “Essa integração entre os diversos órgãos da SAA é uma política do secretário João Sampaio apoiada pelo coordenador da CATI, engenheiro agrônomo José Luiz Fontes, que vêem nesta ação uma oportunidade de fortalecimento da piscicultura e mesmo da aqüicultura no Estado de São Paulo”, explica Ypujucan.

Também participaram da reunião em Assis/SP a jornalista Graça D’Áuria, do Centro de Comunicação Rural (CECOR/CATI), a engenheira agrônoma Carla De Meo (DCT/CATI), Ricardo Augusto Dias Kanthack, diretor da APTA - Médio Paranapanema e Fernando Franco, gestor de agronegócio da Casa da Agricultura de Avaré, que agendou o encontro entre Ypujucan e Ayroza e no ato representou o diretor da CATI Regional Avaré, Eliseu Aires de Melo

Durante a reunião ficou definido que a capacitação dos produtores rurais, piscicultores artesanais e aqüicultores familiares será feita na segunda fase do projeto, que prevê a difusão das tecnologias e dos conhecimentos existentes no setor, bem como da expansão da assistência técnica e extensão aqüícola no Estado de São Paulo. “Estamos estudando a possibilidade de criar o CATI Peixe nos moldes do CATI Leite e do Arroz Paulista com Qualidade, que são ações governamentais da SAA que apresentam excelentes resultados entre os produtores rurais paulistas”, ressalta Ypujucan.

Para o diretor Ricardo Kantach e o pesquisador Luiz Ayroza, a parceria com a CATI na piscicultura vai possibilitar a ação conjunta em novos projetos como o desenvolvimento da cana-de-açúcar para agricultura familiar, ovinocultura, grãos e mandioca e o lançamento de novas publicações apontando os principais avanços das pesquisas nestes setores.

Fernando Franco destaca que a parceira da CATI com o APTA é essencial para a cadeia produtiva do pescado paulista, pois o Estado de São Paulo é um dos principais produtores do País, tem demanda reprimida e bom número de técnicos especializados. “Temos mais de um milhão de áreas alagadas, principalmente, por reservatórios de usinas hidrelétricas que podem ser utilizados para a produção de peixes em tanques-rede, como é o caso das represas existentes ao longo do rio Paranapanema”, esclarece Franco.

A jornalista Graça D’Áuria destaca a qualidade técnica e gráfica das publicações da CATI e os preços são acessíveis. Graça revela que o livro sobre piscicultura será uma obra de referência para técnicos, produtores, estudantes e público interessado no setor. A agrônoma Carla De Meo salienta que a CATI também deve preparar em breve uma publicação especial sobre o tema Integração Lavoura e Pecuária, assunto recorrente nas Casas da Agricultura de todo Estado de São Paulo.


Texto e foto: CATI Regional Avaré

Legendas:

Carla, Ayroza, Ypujucan e Graça: parceria entre CATI e APTA será fundamental para o agronegócio paulista

sexta-feira, 25 de junho de 2010

CURSO CONTROLE DE VERMINOSE EM RUMINANTES



No próximo dia 03 de julho, sábado, a partir das 8h00, o Consórcio de Desenvolvimento do Vale do Paranapanema - CDVALE promove o IV Curso de Controle de Verminose em Pequenos Ruminantes. As vagas são limitadas e na inscrição estão inclusos os materiais para aulas práticas e teóricas.

O curso será ministrado pela pesquisadora científica Cecília José Veríssimo e acontece na sede da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios do Médio Paranapanema - APTA MP, na Rodovia SP 333 Km 397 - Assis/SP, com patrocínio da Ouro Fino Agronegócio, COOPERMOTA, Sebrae/SP, Cooperativa Agrícola de Paraguaçu Paulista e apoio do Instituto de Zootecnia, Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA)e Governo de São Paulo.

Na programação temas como o desenvolvimento da ovinocultura no Médio Paranapanema, problema da resistência anti-helmíntica, ciclo e principais vermes dos ovinos, outros parasitos de importância na ovinocultura, manejo, genética e alimentação no controle da verminose, anti-helmínticos, interpretação do exame de fezes, quando usar o vermífugo no rebanho, alternativas ao uso de anti-helmínticos, método Famacha de avaliação da mucosa ocular, avaliação da condição corporal, dentição e colheita das fezes para o exame.

A ovinocultura é uma das atividades que mais cresce no Estado de São Paulo, principalmente, entre os pequenos produtores rurais devido a possibilidade do melhor aproveitamento das áreas não agricultáveis, mercado aquecido e aumento do consumo da carne que está ficando cada vez mais popular entre os brasileiros.

No entanto, a cadeia produtiva de ovinos no Estado de São Paulo ainda apresenta gargalos que, aos poucos, estão sendo superados pela parceria entre frigoríficos, ovinocultores, empresas do setor de insumos, ensino, pesquisa e extensão dos órgãos públicos e universidades.

Inscrição e mais informações:
cdvale@femanet.com.br
Telefones (18) 3321-1663 e 3321-2026

Texto: Fernando Franco
Foto: Marcelo Andrade

Legenda: Ovino Texel da "Cabanha La Huella", Paranapanema/SP

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Curso Implantação e Manejo de Pastagens









No final do mê de maio, a CATI Regional Avaré promoveu o Curso de Implantação e Manejo de Pastagens. O evento foi direcionado para os técnicos das doze Casas da Agricultura da área de abrangência da Regional.

O curso foi ministrado pelo engenheiro agrônomo da Casa da Agricultura de Tremembé, da CATI Regional Pindamonhangaba, Ricardo Manfredini H. Requejo, que abordou os seguintes temas: conceitos, técnicas de manejo intensivo, divisão das pastagens e implantação pelo método de Plantio Direto (PD).

A prática do curso foi realizada no Rancho Matão, na Estância Turística de Avaré, do produtor rural Hélio Felisbino,que integra o Projeto CATI Leite em Avaré. Paulo Renato Tamassia Pégolo, assistente agropecuário da CATI Regional Avaré, avaliou positivamente o curso. Para ele, a técnica é fundamental para áreas com alta declividade, pois diminui a ocorrência de erosões, uma vez que dispensa a gradagem do solo.

Durante o curso, Ricardo Manfredini destacou a importância da correta implantação e manejo das pastagens em projetos de pecuária leiteira, visto que a alimentação do rebanho representa 50% do custo de produção do leite e a produção de volumosos (forragens) via pastagens é a forma mais econômica e viável para o pequeno produtor de leite.

Texto: Fernando Franco/CATI Regional Avaré
Fotos: Paulo Tamassia

Legendas:

Foto 1: Ricardo Manfredini fala aos técnicos da CATI durante aula prática
Foto 2: Helio Felisbino conversa com Ricardo Manfredini
Foto 3: Marcus Vinicius, da Casa da Agricultura de Itaí/SP, faz adubação em piquete

DIA DE CAMPO SOBRE LEITE EM CERQUEIRA CÉSAR





Recentemente o Projeto CATI Leite, desenvolvido pela CATI Regional Avaré, juntamente com a agrônoma Karina Midori, da Casa da Agricultura de Iaras, realizou uma palestra de divulgação do Projeto CATI Leite, que culminou no Dia de Campo sobre pecuária leiteira com a participação de 19 produtores rurais assentados no município de Iaras.

O evento aconteceu no município de Cerqueira César/SP e abordou todo o planejamento de uma propriedade leiteira, ressaltando os aspectos nutricionais, sanitários e de manejo do rebanho. O assistente agropecuário Paulo Tamassia Pégolo salientou também a necessidade de se produzir com baixo custo. "Participar do Projeto CATI Leite é uma forma de se produzir com maior eficiência, diminuindo-se o custo e aumentando a produtividade, não se esquecendo, logicamente, da qualidade, importante item para se conseguir melhor preço", explicou o técnico.

O médico veterinário Anthero Pedro Ribeiro, chefe da Chefe da Casa da Agricultura de Cerqueira César, destacou as ações já realizadas no Sítio São Pedro, do produtor rural Carlos Eduardo Drumond, que serviu como modelo para o Dia de Campo.

Texto: Fernando Franco
Foto: Paulo Tamassia

Legenda:

Foto 1 - Anthero fala aos produtores rurais durante o Dia de Campo
Foto 2 - Grupo de produtores que participaram do evento

quarta-feira, 9 de junho de 2010

PESQUISADOR LANÇA PLANILHA DE CUSTO PARA PRODUÇÃO DE PEIXES EM TANQUES-REDE



O agronegócio da piscicultura em tanque-rede ganha mais um reforço com a recente publicação organizada pelo doutor Luiz Marques da Silva Ayroza, zootecnista pesquisador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios - APTA Médio Paranapanema, com sede em Assis/SP.

Juntamente com Jorge de Matos Casaca e Maria Inez Espagnoli Geraldo Martins e apoio da FUNDAG e da Guabi Rações, Ayroza desenvolveu o livro "Planilhas para Cálculo do Custo de Produção de Peixes em Tanques-rede".

A obra tem por objetivo munir os profissionais e produtores da área de piscicultura, de um instrumento simples e prático para análises técnicas e econômicas que envolvem a criação de peixes em tanques-rede.

Para isto, foi elaborado um programa que serve para analisar projetos novos e em andamento, quanto a sua rentabilidade. O programa é um arquivo denominado "Custo de Produção de Peixes em Tanques-rede", desenvolvido com a planilha eletrônica Excel e apresenta 13 pastas distintas para entrada de dados e execução dos cálculos, sendo: Introdução, Informações da propriedade, Investimentos nos tanques-rede, Investimento na estrutura de fixação, Investimento em equipamentos e acessórios, Outros investimentos, Resumo dos investimentos, Cálculo do custo de produção, Cálculo da receita bruta, Resumos das receitas e custos, Indicadores técnicos e econômicos, Observações e Anexos.

A publicação tem custo simbólico de R$ 40 e além do CD com o programa, o aquicultor conta com um manual completo que traz orientações para o correto preenchimento da planilha.

Mais informações:

ayroza@apta.sp.gov.br
rafael@fundag.br
fundag@fundag.br
19_3233-8035

Fonte e foto: Ayroza/APTA Médio Paranapanema